Sophia Medina dominou as baterias de oitavas e quartas de final e foi o grande destaque feminino da competição nesse sábado

Semifinal e final ocorrerão no domingo a partir das 8h

Céu fechado e com garoa fina em muitos momentos do dia, mas com grandes ondas, esse foi o cenário na Praia Mole nesse sábado (2), no 4º dia do Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell, campeonato que representa a Divisão Principal da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf).

Logo cedo os atletas caíram na água e depois de um dia todo de baterias, estão decididas as semifinais da competição nas categorias feminina e masculina. Juliana dos Santos (CE) enfrentará Diana Cristina (PB), enquanto Sophia Medina (SP) duelará com Taís Almeida (RJ). Já no masculino os confrontos serão entre José Francisco (SC) e Krystian Kymerson (ES); Mateus Herdy (SC) e Wesley Leite (SP).

Sophia Medina foi quem brilhou nas quartas de final do feminino. A atleta, que já tinha tido a melhor atuação das mulheres nas oitavas de final, somando 16.50 nas suas duas melhores ondas, nas quartas de final bateu Julia Duarte (RJ).

“Eu sabia que essa última bateria não seria fácil, a Julinha é uma surfista muito boa, mas achei duas ondinhas para poder passar, pois o mar estava difícil. Comentei no primeiro dia de competição que na minha primeira bateria não me achei muito e até troquei de prancha hoje, mas cada dia é um dia, assim como cada bateria é uma competição nova. Eu sabia que ia começar tudo do zero e competidor tem que pensar assim, independente com quem você está na bateria. Agora é manter os pés no chão, humildade sempre, saber quem enfrenta e tentar dar o meu melhor”, disse Sophia, que ganhou Wild Card para participar pela primeira vez de uma etapa do Dream Tour.

Nas classificações do masculino, mais uma vez o destaque foi o surfista Mateus Herdy (SC). Depois de conseguir na sexta-feira a primeira nota 10 do Corona Dream Tour Floripa, o atleta catarinense repetiu o feito nas quartas de final.

Herdy, que duelou contra Cauã Costa (RJ), realizou dois aéreos em uma mesma onda para tirar o novo 10. Ele comemorou muito sua atuação após a onda e quando saiu do mar.

“Eu fiquei na dúvida se ia na onda ou se marcava o Cauã, mas era uma onda muito boa, com vento muito bom. Fui. A primeira rampa ficou perfeita e a segunda eu estava no lugar certinho na volta do primeiro aéreo. Não era para eu fazer isso, era para poupar o joelho na bateria, mas a onda explodiu embaixo da minha prancha e não teve muito impacto. Foi perfeito e na hora eu pensei que teria que ser outro 10”, falou Herdy que falou sobre as ondas perfeitas Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell.

“Se pegar os meus dois aéreos de hoje na mesma onda, eles não foram tão bons quanto o de ontem. Aquele foi o melhor aéreo da minha vida. E eu espero que aquele seja o meu melhor, pois não quero ter outro impacto como aquele. Esse evento está abençoado, altas ondas. Eu moro aqui em Floripa e eu não costumo surfar na Mole tantas vezes, mas é a melhor Praia Mole que já vi. Todos os dias altas ondas. Na frente bom para tubo, esquerda tá longa, direita tá perfeita, e a previsão amanhã (domingo) de ainda ser melhor. Campeonato está abençoado, está irado!”, finalizou Herdy.

No domingo (3), as disputas das semifinais do feminino e masculino começam às 8h, tendo na sequência as finais. As provas serão transmitidas ao vivo pelo sportv e também pelo canal CBSurfPLAY no Youtube.

“Possivelmente teremos as melhores ondas de competição da história da CBSurf no domingo”, disse Guga Arruda, Head Judge Principal da CBSurf.

No domingo ocorrerá no Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell oficina para crianças que queiram confeccionar pranchinhas com madeira de reutilização. A ação é comandada pela Oficina Ecowood Floripa, que busca por meio do seu trabalho conscientizar as pessoas sobre os “três r” – reduzir reutilizar e reciclar.

O Dream Tour é uma realização da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) e promoção da Dream Factory, que estão juntos resgatando a Divisão Principal do Circuito Brasileiro de Surf, através da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte.

A Divisão Principal do Circuito Brasileiro conta com empresas que dão a dimensão da relevância do evento no cenário esportivo nacional. O Dream Tour tem a Shell como a cota principal Coapresenta, a VIVO e Corona como Patrocinadoras Master e a Gerdau como Patrocinadora.

Para saber tudo sobre o Dream Tour 2023 siga @dreamtoursurf no Instagram.

Sobre a CBSurf

Reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e também pela ISA (International Surf Association), a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) é a entidade nacional de administração do surf e de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no Estatuto da CBSurf. A entidade foi originalmente fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas. A sede atual está situada na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, tendo como presidente Flavio Padaratz e como vice-presidentes Paulo Moura e Brigitte Mayer, eleitos em fevereiro de 2022. A CBSurf tem como missão desenvolver, produzir, chancelar e organizar o Dream Tour e a Taça Brasil, que compõem o Campeonato Brasileiro de Surf, o Circuito Brasileiro do Surf de Base, o Circuito Brasileiro de Ondas Grandes, o Circuito Brasileiro de Longboard, o Circuito Brasileiro Master, o Circuito Brasileiro de Stand Up Paddle (Race, Wave, Sprint e Paddleboard) e o Campeonato Brasileiro de Parasurf. Todos, nas categorias masculina e feminina. Acompanhando o enorme sucesso do surf brasileiro, tanto no Circuito Mundial, com seis títulos mundiais nos últimos nove anos, quanto na Olimpíada do Japão, com a conquista da inédita medalha de ouro na estreia do surf, uma nova gestão feita por ex-competidores da elite mundial e pelos melhores profissionais do surf brasileiro, a CBSurf tem, como valor principal, promover e desenvolver a criação de ídolos nacionais, e consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro. Em 2023, o Dream Tour estabelecerá um padrão e patamar inédito e histórico em todo o mundo.

Sobre a Dream Factory:

Ao longo dos seus mais de 22 anos de existência, a Dream Factory esteve entre as empresas líderes do mercado nacional de entretenimento ao vivo. Inicialmente como executores de eventos, a empresa nasceu após produzir a volta do Rock in Rio para o Brasil, em 2001. Nos momentos seguintes, a empresa foi uma das pioneiras na evolução do setor com a criação e implementação de experiências de marca integradas. Hoje, a Dream Factory é um sistema integrado de entretenimento ao vivo com eventos proprietários, serviços e gestão de comunidades. Entre os eventos proprietários estão marcas conhecidas e queridas pelo público como a Maratona do Rio, a ArtRio, Sertões, Árvore do Rio e mais recentemente, a VidCon SP, o Dream Tour e o MECA.

A Dream Factory também traz em seu guarda-chuva a Dreamloc, que cuida de logística e infraestrutura, a Dream Venue, que atua como operação de “venue”, com a administração de espaços como a Marina da Glória, no Rio de Janeiro; a GoDream, que organiza as vendas de ingresso, bebidas e alimentos, a Dream Strategy, que oferece consultorias estratégicas para marcas e empresas líderes do mercado, e a Easylive, uma empresa que capta pontos em troca de benefícios.

Sobre a Shell Brasil:

Prestes a completar 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Sobre a Vivo:

A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, e tem como propósito “Digitalizar para Aproximar”. A Vivo é um hub digital, facilitando o acesso de seus clientes a serviços em diferentes áreas, como entretenimento, esportes, segurança digital, finanças, saúde e educação. Atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B, chegando a 112 milhões de acessos (3T22). A empresa está presente em 4,9 mil cidades com rede 3G, mais de 4,6 mil com 4G, e 3,2 mil municípios com a rede 4,5G. No segmento móvel, a Vivo tem 97 milhões de acessos e responde pela maior participação de mercado do segmento (38%) no País, de acordo com resultados do balanço trimestral (3T22). No âmbito dos patrocínios, a marca tem uma longa história no apoio ao esporte e é patrocinadora oficial da Seleção Brasileira desde 2005. Ao longo dos anos, a empresa vem ampliando sua atuação no cenário de esportes outdoor e apoia iniciativas de beach tennis, ciclismo e automobilismo de aventura por todo o Brasil.

Sobre a Gerdau:

Com 122 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Além disso, possui uma divisão de novos negócios, a Gerdau Next, com o objetivo de empreender em segmentos adjacentes ao aço. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em 9 países e conta com mais de 36 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 71% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,90 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,89 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,83 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3), Nova Iorque (NYSE) e Madri (Latibex).

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