CIRCUITO DEFINIU OS CAMPEÕES BRASILEIROS PROFISSIONAIS DE 2020 COM

R$ 240 MIL DE PREMIAÇÃO IGUALMENTE DIVIDIDA PARA HOMENS E MULHERES

Em sua terceira temporada consecutiva, o CBSurf Pro Tour, o Circuito profissional da Confederação Brasileira de Surf, comemorou mais uma edição de sucesso, mesmo durante a pandemia do Coronavírus. Os campeões brasileiros de surf profissional no masculino e feminino foram definidos em três etapas, mesmo diante das adversidades impostas pelo Covid-19, com um total R$ 240 mil de premiação, dividida igualmente para homens e mulheres.

Foram 200 atletas no masculino e 45 no feminino, de 13 estados brasileiros, de Santa Catarina ao Pará. Nomes que já participaram da elite do surf mundial competiram no campeonato, incluindo o próprio novo campeão, Ian Gouveia. Também estiveram presentes Alejo Muniz, Willian Cardoso, Michael Rodrigues e Wiggolly Dantas, que chegou até o último dia brigando pelo título.

Também campeões mundiais como Lucas Silveira (pro-júnior da WSL) e Weslley Dantas (júnior pela ISA) reforçaram o pelotão de elite masculino. Entre as mulheres, outro nome importante que já representou o Brasil no Circuito Mundial, Silvana Lima, que está com vaga garantida para os Jogos Olímpicos de Tóquio e terminou como vice-campeã, ao vencer a etapa final. O título ficou com a atleta mais regular, Yanca Costa.

Para 2021, a expectativa é de crescimento no Campeonato, tanto em etapas quanto em premiação, diante da receptividade dos atletas e já estão previstas cinco disputas em cinco estados diferentes. “2020 foi um grande desafio, mas planejamos, acreditamos e realizamos etapas, com sucesso. Não só o profissional como o Júnior Tour, investindo na base”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) Adalvo Argolo.

“Tivemos o apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que enxerga e destaca a importância do surf no cenário olímpico. Aliás, teremos um ano que podemos mudar o esporte com medalhas olímpicas em Tóquio com brasileiros. Por isso, continuamos investindo nos circuitos nacionais, para fomentar o crescimento da modalidade”, reforça.

Ele ressalta que todas as etapas realizadas na retomada do surf durante a pandemia tiveram todos os cuidados com protocolos de segurança. “Essa foi uma preocupação importante. Quisemos evitar riscos e, ao mesmo tempo, promover a conscientização entre atletas, treinadores, familiares”, destaca o dirigente, lembrando que o processo de fortalecimento também passa por outras categorias, como stand up paddle e bodyboarding. “Também queremos investir no surf adaptado”, complementa.

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FOTOS: RODRIGO CALZONE, LIMA JÚNIOR E DANIEL SMORIGO

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