Em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), Confederação Brasileira de Surf preparou excelente estrutura física e de serviços durante a campanha da equipe brasileira no ISA World Surfing Games 2021 em El Salvador.

Mesmo com o fim da participação brasileira no ISA World Surfing Games 2021 em El Salvador, parte da delegação brasileira permanece no país da América Central, onde aproveita a excelente estrutura física e de serviços disponibilizada pela CBSurf para o evento, que serviu de preparação para a estreia do surfe nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a partir do próximo dia 25 de julho, no Japão.

Campeã brasileira de 2019 e um dos grandes talentos do país, Julia Santos seguirá no local realizando treinamentos específicos com a comissão técnica, além de sessões de treinos nas ondas da região de La Libertad. Já Silvana Lima, que representará o Brasil nas Olimpíadas, segue em plena recuperação da Covid-19 e está sendo monitorada diariamente pela CBSurf e as equipes médicas do evento e do COB.

O local de hospedagem da delegação brasileira em El Salvador foi cuidadosamente escolhido pela CBSurf para oferecer as melhores condições de segurança, treinamento e recuperação dos atletas durante o campeonato. Além disso, a facilidade de acesso às ondas de La Bocana e El Sunzal, palcos da competição, foi fundamental para a escolha do local. “A estrutura que foi providenciada pela CBSurf foi muito boa”, elogia o experiente Paulo Kid, técnico da Seleção Brasileira. “O hotel em que ficamos foi criado com essa proposta de receber surfistas para treinos de alto rendimento. Além de ficar em frente a um pico com boas ondas, há uma raia de piscina exclusiva para natação e uma sala de equipamentos para um treino completo de funcional. A comida também é muito boa e tivemos todo o conforto necessário para abrigar a equipe brasileira. Outra grande vantagem é que é um lugar isolado e protegido, importante para o momento em que estamos vivendo”, continua Kid.

Já a equipe envolvida com a operação e os serviços complementares oferecidos na base da Seleção Brasileira em El Salvador são os mesmos que farão parte das Olimpíadas do Japão, o que garante um elevado nível de comprometimento e uma maior interação entre profissionais e atletas. “Os profissionais são muito competentes. Tivemos a presença de um fisioterapeuta e um massoterapeuta cedidos pelo COB, que estão acostumados a trabalhar com atletas de ponta de diferentes modalidades olímpicas, e inclusive estiveram no último Mundial da ISA no Japão. Eu estou aqui como técnico, então a Confederação pensou nisso também, para poder filmar e analisar as ondas dos atletas, orientar sobre equipamento. Enfim, a estratégia e planejamento foram muito bem pensados, e espero que isso possa ser estendido também para as novas gerações”, fala Paulo Kid. “Outro detalhe importante é que nos foi oferecido um bate-papo informal com o Bernardinho, do vôlei, que é um treinador super vitorioso, passando sua experiência em duas Olimpíadas como jogador e seis como treinador”, completa Kid.

Em função do cenário de pandemia da Covid-19, a CBSurf usou toda a expertise de logística do COB (Comitê Olímpico do Brasil) para garantir uma menor necessidade de deslocamentos, contato e exposição a lugares e pessoas que não façam parte do ambiente controlado pela comissão, criando a famosa “bolha”. Além disso, a CBSurf arcou com os custos de inscrição, passagens aéreas, hospedagem, transporte e alimentação dos integrantes da Seleção Brasileira de Surfe.

Silvana Lima, Italo Ferreira, Gabriel Medina e Tatiana Weston-Webb serão os representantes do Brasil na aguardada estreia do surfe nos Jogos Olímpicos. A briga pelas medalhas de ouro nas categorias masculina e feminina começa a partir do dia 25 de julho, nas ondas de Shidashita, a cerca de 60 quilômetros de Tóquio.

Já o ISA World Surfing Games 2021 segue até este domingo (6) em El Salvador e definirá os últimos 12 atletas classificados (7 mulheres e 5 homens) aos Jogos Olímpicos no Japão. A disputa está sendo transmitida ao vivo no Brasil com exclusividade pelo Canal Olímpico do Brasil (https://www.canalolimpicodobrasil.com.br).

A Seleção Brasileira conta com o apoio da grife carioca Wöllner, responsável por vestir a delegação no ISA Games em El Salvador, além do suporte da marca Silverbay, referência em equipamentos para atletas de alta performance.

Em anexo, fotos de Rafael Bello/COB retratando a estrutura oferecida à Seleção Brasileira no Mundial da ISA em El Salvador.

Prezadas e Prezados Atletas,

Temos o prazer de compartilhar mais uma oportunidade disponível para vocês, atletas do surfe brasileiro! A Solidariedade Olímpica, comissão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de apoio ao desenvolvimento dos comitês olímpicos nacionais , lançou a edição de 2021 do “Programa para o Empreendedorismo”, aberto a todos os atletas.

Abaixo, vocês podem encontrar os principais detalhes dos programas:

Programa para o Empreendimento (Solidariedade Olímpica)
O Programa é promovido e realizado pela Solidariedade Olímpica, comissão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de apoio ao desenvolvimento dos comitês olímpicos nacionais, em colaboração com o Centro de Esporte Yunus (YSH – presidido pelo Professor Muhammad Yunus, prêmio Nobel da Paz de 2006). O curso tem como objetivo oferecer aos atletas um conhecimento básico em empreendedorismo, bem como alguns elementos básicos para iniciar seu próprio negócio, desde a concepção da ideia, até a elaboração de um plano de negócios detalhado. Para tanto, o programa é composto por três fases:

A data limite para inscrição é na próxima terça-feira, dia 04 de maio (até às 07h00, horário de Brasília).

O programa estará disponível em três idiomas (inglês, francês e espanhol) e com formato adaptado devido à situação da pandemia.

Maiores detalhes poderão ser encontrados através do site:
https://olympics.com/athlete365/what-we-do/career/business-accelerator/

Qualquer dúvida ou comentário, não deixem de nos procurar.

SAS | Serviço de Atendimento ao Surfista
CBSurf

Manutencao-da-suspensao-do-Calendario-de-Eventos-2021

É com grande satisfação que apresentamos à comunidade do surf esta inédita produção, em um projeto conjunto com a área de Desenvolvimento do Comitê Olímpico do Brasil.

Reunindo um expressivo grupo de especialistas do surfe e pesquisadores das áreas de Desenvolvimento Humano, Esportes, Formação e Pedagogia Esportiva, esta publicação apresenta um MODELO DE DESENVOLVIMENTO DE ATLETAS DE SURFE EM LONGO PRAZO NO BRASIL.

Esperamos que este trabalho possa contribuir para o alinhamento e cooperação entre os diferentes atores e atrizes que participam deste complexo sistema de desenvolvimento humano de atletas e que, juntos, possamos construir um futuro potente e sustentável para o surfe no Brasil.

Para baixar o arquivo, por favor preencha o formulário abaixo.

O esporte olímpico está de luto.

O presidente da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), João Tomasini Schwertner, faleceu na manhã deste domingo (17) às 10h57 no Hospital Marcelino Champagnat em Curitiba em virtude de complicação do COVID-19.

Neste momento de tristeza e dor, a Confederação Brasileira de Surf se une aos demais membros no Movimento Olímpico Brasileiro para manifestar nossas mais sinceras condolências aos familiares, parentes e amigos de Tomasini.

O Relatório Anual de Gestão de 2020 está disponível no Portal de Governança.

Clique aqui para mais informações

CIRCUITO DEFINIU OS CAMPEÕES BRASILEIROS PROFISSIONAIS DE 2020 COM

R$ 240 MIL DE PREMIAÇÃO IGUALMENTE DIVIDIDA PARA HOMENS E MULHERES

Em sua terceira temporada consecutiva, o CBSurf Pro Tour, o Circuito profissional da Confederação Brasileira de Surf, comemorou mais uma edição de sucesso, mesmo durante a pandemia do Coronavírus. Os campeões brasileiros de surf profissional no masculino e feminino foram definidos em três etapas, mesmo diante das adversidades impostas pelo Covid-19, com um total R$ 240 mil de premiação, dividida igualmente para homens e mulheres.

Foram 200 atletas no masculino e 45 no feminino, de 13 estados brasileiros, de Santa Catarina ao Pará. Nomes que já participaram da elite do surf mundial competiram no campeonato, incluindo o próprio novo campeão, Ian Gouveia. Também estiveram presentes Alejo Muniz, Willian Cardoso, Michael Rodrigues e Wiggolly Dantas, que chegou até o último dia brigando pelo título.

Também campeões mundiais como Lucas Silveira (pro-júnior da WSL) e Weslley Dantas (júnior pela ISA) reforçaram o pelotão de elite masculino. Entre as mulheres, outro nome importante que já representou o Brasil no Circuito Mundial, Silvana Lima, que está com vaga garantida para os Jogos Olímpicos de Tóquio e terminou como vice-campeã, ao vencer a etapa final. O título ficou com a atleta mais regular, Yanca Costa.

Para 2021, a expectativa é de crescimento no Campeonato, tanto em etapas quanto em premiação, diante da receptividade dos atletas e já estão previstas cinco disputas em cinco estados diferentes. “2020 foi um grande desafio, mas planejamos, acreditamos e realizamos etapas, com sucesso. Não só o profissional como o Júnior Tour, investindo na base”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) Adalvo Argolo.

“Tivemos o apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que enxerga e destaca a importância do surf no cenário olímpico. Aliás, teremos um ano que podemos mudar o esporte com medalhas olímpicas em Tóquio com brasileiros. Por isso, continuamos investindo nos circuitos nacionais, para fomentar o crescimento da modalidade”, reforça.

Ele ressalta que todas as etapas realizadas na retomada do surf durante a pandemia tiveram todos os cuidados com protocolos de segurança. “Essa foi uma preocupação importante. Quisemos evitar riscos e, ao mesmo tempo, promover a conscientização entre atletas, treinadores, familiares”, destaca o dirigente, lembrando que o processo de fortalecimento também passa por outras categorias, como stand up paddle e bodyboarding. “Também queremos investir no surf adaptado”, complementa.

RANKING FINAL 2020

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CAMPEÕES BRASILEIROS PROFISSIONAIS

CAMPEÕES BRASILEIROS DE LONGBOARD

CAMPEÃO BRASILEIRO DE ÁGUA DOCE

CAMPEÕES BRASILEIROS DE BASE

FOTOS: RODRIGO CALZONE, LIMA JÚNIOR E DANIEL SMORIGO

ELEIÇÃO ON-LINE FOI REALIZADA QUARTA-FEIRA

E O ATUAL DIRIGENTE OBTEVE 8 DOS 13 VOTOS

Atual presidente, Adalvo Argolo foi reeleito para o cargo máximo da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) nesta quarta-feira, 30 de dezembro de 2020. Ele obteve oito dos 13 votos na eleição on-line, com Jojó de Olivença recebendo cinco indicações. Aos 58 anos de idade, o baiano nascido em Itamaraju, criado em Ilhéus e atualmente morando em Salvador, segue para o seu segundo mandato, agora tendo como vice o catarinense Reiginaldo Ferreira

A assembleia para a escolha do presidente foi iniciada às 10 horas, com a participação de cinco federações aptas a votar – Bahia, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro e Santa Catarina, e os oito integrantes da Comissão de Atletas da entidade – Bruno Galini, Nathalie Martins, Suelen Naraísa e Wiggolly Dantas (Surf), Carlos Bahia (Longboard), Luiz Phelipe Nobre (Para Surfing), Ivan Tadeu dos Santos (Stand Up Paddle) e Eder Luciano (Bodyboarding).

O encontro também contou com a presença de duas das três chapas inscritas – a Rumo às Olimpíadas, com Adalvo Nogueira Argolo e Reiginaldo Ferreira; e a Projeto Surfa Brasil, com Jocélio de Jesus, conhecido como Jojó de Olivença, e Brigitte Mayer. Já a Nação Surfe Brasil, de Ricardo Baerlin dos Santos Lima, conhecido como Ricardo Bocão, e Paulo Moura, não compareceu. Também foram eleitos, por aclamação, dois novos membros do Conselho Fiscal – Marco Ferragina e Michael Cardoso, ambos de São Paulo. Outra vaga titular e três suplentes serão preenchidas em nova eleição para essa finalidade.

A eleição, presidida por Marcelo Barros, da Federação Baiana, foi realizada de forma virtual, pela Plataforma SGE (Sistema de Gestão Esportiva), implementado pela CBSurf no segundo semestre deste ano e também utilizado por outras confederações, como Canoagem, Desportos Aquáticos, Handebol e Taekwondo. O sistema garante o sigilo do voto, com armazenamento criptografado dos dados, com protocolo de segurança e acesso seguro.  

Eleito para a gestão 2021/ 2024, Adalvo agradeceu os participantes da assembleia e já projeta o futuro do esporte, que terá a sua estreia olímpica nos Jogos de Tóquio em 2021. “Essa eleição foi uma batalha muito grande e que todos os nossos movimentos foram em prol da entidade. Trabalhamos arduamente para que esse pleito acontecesse e foi uma conquista, pelo processo de transparência, de forma on-line”, falou

“Agradeço ao Jojó e a Brigitte pela força e caráter de ir até o final da eleição e a todos que participaram da assembleia, principalmente a lisura que a comissão eleitoral promoveu nesse processo. Quem agradece aqui não é o Adalvo, é o esporte”, ressaltou. “Jojó e Brigitte e também a chapa Nação Surf, estamos abertos a conversar para que tragam novas ideias para que a gente possa melhorar ainda mais essa relação nossa com o atleta, para que o surf seja mais fortalecido”, reforçou.

Adalvo também falou da sua relação com a International Surfing Association (ISA) e com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), querendo fortalecer ainda mais o Brasil no processo olímpico. “Já estamos fazendo um trabalho sério, visando medalhas, para que o esporte cresça ainda mais”, finalizou o presidente reeleito.

RAYAN FADUL, CAUÃ COSTA, MARIA EDUARDA E MARIA CLARA

ESTÃO ENTRE OS 43 SURFISTAS SELECIONADOS DE 15 PAÍSES

O Brasil tem quatro talentos da nova geração selecionados para o exemplar programa Bolsa Escolar 2020, oferecido pela ISA – International Surfing Association, entidade máxima do surf e responsável pela inclusão do esporte no programa olímpico. Os baianos Rayan Fadul, 14 anos, e Maria Eduarda, 12, o cearense radicado no RJ, Cauã Costa, 17, e a potiguar Maria Clara, 11, foram escolhidos entre os 43 atletas de 15 países diferentes, sendo declarados “Embaixadores Escolares” da instituição.

Eles tiveram seus currículos validados pela Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) junto à ISA. A seleção dos contemplados foi baseada em critérios como condição financeira, dedicação escolar e empenho no surf. “Esperamos que a bolsa possa auxiliar ainda mais esses atletas, tanto em sua dedicação ao esporte, quanto à sua formação, fortalecendo suas trajetórias na comunidade do surf brasileiro e, também, internacional”, afirma o presidente da CBSurf, Adalvo Argolo.

CONHEÇA MAIS – Rayan surfa desde criança e teve o apoio da família desde o início. Seu pai é um shaper artesanal de pranchas e sua mãe o ensinou a nadar, então ele se interessou muito por surfar desde muito jovem. Ele adora surf, natureza, esportes e aprender idiomas e está determinado a ir para a faculdade e estudar biologia ou educação física para que um dia possa ensinar outras pessoas sobre essas paixões. Esta bolsa vai ajudar a cobrir os custos da competição, novos equipamentos e ajudá-lo a obter melhores classificações nacionais para que ele possa competir em competições internacionais em um futuro próximo.

Irmão de Yanca Costa, a nova campeã brasileira profissional, Cauã começou a surfar antes mesmo dos dois anos. Ele entrou em sua primeira competição aos cinco anos. Natural do Nordeste do Brasil, ele agora mora no Rio de Janeiro, onde passa muito tempo trabalhando em sua técnica de surf. Ao longo de sua carreira competitiva, ficou em primeiro lugar em várias competições nacionais. Vice-campeão brasileiro sub18, está classificado para o ISA World Junior Championship e também tem como foco o Sul-Americano Pro Júnior. Ambos têm despesas de viagem e inscrição que serão pagas com esta Bolsa ISA. Cauã reconhece a importância da educação e continuará a trabalhar arduamente para equilibrar sua intensa programação de treinos com o trabalho escolar para que possa continuar a ser um atleta e aluno completo.

Maria Eduarda surfa há nove anos e tem uma mentalidade incrivelmente determinada no que diz respeito ao surf. Seus picos favoritos são Engenhoca, Praia do Norte e Tiririca no litoral baiano. Esse ano terminou o Brasileiro de Surf na sub14 feminina em terceiro lugar no geral. Ela usará sua bolsa ISA para pagar as despesas de inscrição, hospedagem e viagens das próximas competições, cobrir os custos educacionais e comprar uma nova prancha de surf, com acessórios. Maria Eduarda se dedica muito ao sucesso tanto no surf quanto na escola e sonha em fazer faculdade para poder seguir uma carreira na qual possa ajudar os outros.

Maria Clara surfa há apenas dois anos, mas já é uma atleta incrivelmente atenciosa e motivada que quer ser o melhor que pode ao fazer novos amigos, surfar ondas por todo o Mundo, ajudar o planeta e melhorar suas habilidades técnicas. Ela dá importância ao aprendizado do inglês, porque reconhece o surf como um esporte global e quer ser capaz de se comunicar o máximo possível com outros atletas, treinadores e pessoas que conhece de todos os lugares. Esta bolsa permitirá que ela faça aulas de inglês para atingir esse objetivo. Também poderá comprar roupas de neoprene novas, o que permitirá que ela treine o ano todo e arcar com os custos de inscrição das próximas competições. Quando Maria Clara não está surfando, ela gosta de ler, assistir a vídeos de surf e brincar ao ar livre.

O surf fará a sua estreia como modalidade olímpica nos Jogos de Tóquio no próximo ano e já está confirmado para a edição de Paris 2024. No Japão, o Time Brasil terá força máxima, com Gabriel Medina, Italo Ferreira, Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb.

FOTOS:

CAUÃ COSTA – CRÉDITO: DANIEL SMORIGO

RAYAN FADUL – CRÉDITO: ARQUIVO PESSOAL

MARIA EDUARDA – CRÉDITO: FABRICIANO JÚNIOR

MARIA CLARA – CRÉDITO: MARCELO FREIRE NORONHA

CAPA – CAUÃ COSTA – CRÉDITO: FABRICIANO JÚNIOR

Em entrevista à International Surfing Association (ISA), a brasileira Tatiana Weston-Webb fala sobre a sua trajetória rumo aos Jogos Olímpicos de Tóquio.